27 maio 2006

Sob o signo da beleza.

Muita tinta tem corrido sobre o livro de Manuel Maria Carrilho, Sob o signo da verdade. Segundo uns, um ajuste de contas de mau perdedor, segundo outros, a denúncia de uma realidade que a afoga a verdade e democracia. No programa Prós e contras, que vi na quarta-feira na RTPI, mais uma vez ninguém teve a coragem de apresentar factos concretos, mas apenas insinuações e suspeições como sempre. Contudo, soubemos outras coisas. Que o Pacheco Pereira gosta de fazer pontos, (começou a sua intervenção dizendo que queria fazer dois pontos, só não sei se ponto cruz ou outro tipo de bordado) que é malcriado, pois disse várias vezes a palavra cu numa emissão grande público. Soube também que a mesma empresa (LPM Comunicação) que ganhou as legislativas também ganhou as presidenciais. Se me disseram um dia destes que foi o Belmiro de Azevedo que pagou as duas campanhas, eu não ficava nada admirado.
Contudo, penso que ninguém ousa dizer porque é que o Manuel Maria Carrilho não ganhou as eleições legislativas em Lisboa. Não ganhou, porque as mulheres de Lisboa não lhe perdoam ter sucumbido ao charme da mulher mais invejada da Capital, e os homens não lhe perdoam ter abarbatado a Bárbara só para ele. Ainda por cima, tem o desplante de o pavonear num vídeo. Tivesse o Manuel Maria Carrilho o mesmo estatuto de Santana Lopes, quando este ganhou Lisboa (livre e disponível para todos) e não precisava de LPMs, Edson Ataídes , nem de apertar a mão a ninguém.
Perguntem aos Lisboetas se o MMC não é mais bonito que o PSL.

NDS

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